Boletins de urnas no exterior já circulam nas redes; TSE não vê ilegalidade

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Imagens com extratos de votos em urnas já apuradas no exterior estão circulando nas redes sociais e aplicativos de mensagem neste domingo (7).

Em locais como Japão, segundo maior colégio eleitoral no exterior (atrás apenas dos EUA), as urnas se fecharam no início da manhã de hoje, devido à diferença de fuso horário.

Brasileiros no país tiraram fotos de boletins que consolidam resultados de cada seção e consolidam, por conta própria, o número de votos registrados no país.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) diz que fotografar e divulgar imagens desses papéis não representa ilegalidade. Mas ressalta que a contagem paralela dos votos não tem validade, uma vez que não passa pela auditoria do órgão.

Ainda segundo o TSE, após o encerramento da votação em cada seção eleitoral, seja no Brasil ou no exterior, o mesário responsável imprime o Boletim de Urna e afixa o extrato em um quadro de avisos, para que todos os eleitores e fiscais de partidos possam conhecer e auditar o resultado do pleito.

Qualquer eleitor pode fotografar e divulgar o boletim, segundo o TSE, indicando que as imagens que circulam na internet são autênticas.

Questionada em entrevista coletiva neste domingo (7), a presidente do TSE e ministra do STF (Supremo Tribunal Federal), Rosa Weber, respondeu que o Tribunal não está preocupado com a possibilidade de esses extratos influenciarem eleitores no Brasil.

“Preocupação propriamente não. A nossa única preocupação é a realização das eleições com clima de tranquilidade, transparência, de modo com que qualquer eleitor possa exercer seu voto livremente e de acordo com suas convicções”, respondeu a ministra.

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